Março 22, 2009
Não saber o tudo. Saber o nada. Eu não sei. Pode ser para alguns, poético, misterioso, ou coisa de ignorante. Para mim é vazio, é branco. É não saber. Quem sou, para onde vou. Não é cliché. É não saber. É arritmias, é respirações não conseguidas, é inquietação. É ir sendo empurrada e puxada pelo mundo, perante a apatia de não saber. É a incerteza da existência do certo.
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Posso? Com licença, boa noite. :)
ResponderEliminarParabéns, bonita casa!
Gosto do teu hall de entrada, com estas bolinhas, faz-me lembrar aquele papel de parede que se usou fora do meu tempo. Continua a decorar, e que o quotidiano decore os teus sentimentos, para os pintares nestas paredes.
Gostei de cá vir e espero voltar. Obrigado por me deixares estrear.
Tchau...beijinhos... PUM!
(que ser tão estranho)
Welcome back!:)Muito sucesso aqui na blogoesfera!;)
ResponderEliminarJá dizia o "outro" "Não sei para onde vou , mas estou a caminho".